WMS PME
O Logistics WMS é a solução ideal para as PMEs portuguesas: rápida de implementar, simples de usar e desenhada para crescer contigo. Acaba com os erros de stock e aumenta a produtividade sem grandes investimentos.
Experimentar WMS para PMEDesafios reais que travam as PME em crescimento
São diversos os desafios que as PMEs portuguesas atravessam e a Logistics WMS está pronta para ser o teu parceiro de confiança, descomplicando a logística para que largues as folhas de cálculo ou software mais básico.
Inventário Manual e Erros
Dependência de Excel, erros humanos constantes no picking e no controlo de stock
Custo e Complexidade
O receio de que as soluções WMS sejam demasiado caras, complexas e demoradas a implementar
Falta de Visibilidade
Incapacidade de saber em tempo real o que está em stock, onde está e quando é necessário reabastecer
Funcionalidades essenciais da Logistics WMS PME para o dia a dia
Soluções que simplificam, automatizam e entregam resultados imediatos.
Implementação Rápida (Quick Start)
Configuração pré-otimizada que permite a tua empresa começar a usar o WMS em dias, não meses.
Interface Intuitiva e Móvel
Uso imediato com qualquer smartphone ou tablet. Reduz a curva de aprendizagem e permite o uso em qualquer ponto do armazém.
Controlo de Stock em Tempo Real
Sabe o que tens e onde tens, 24/7, eliminando as suposições e as ruturas de stock.
Picking Guiado Simples
O sistema orienta o teu colaborador, mesmo que seja um trabalhador temporário, minimizando os erros de expedição.
Modelo de Custo Acessível (SaaS)
Pagamento por subscrição mensal, sem a necessidade de um grande investimento inicial em licenças.
O que um armazém pequeno precisa mesmo
A maior parte dos projetos de WMS que correm mal em PME falha por excesso, não por falta: compra-se um sistema desenhado para um centro de distribuição e tenta-se encaixá-lo num armazém de 600 m² com quatro pessoas. Estas são as quatro coisas que resolvem quase todos os problemas de um armazém pequeno.
Localizações e stock que correspondem à realidade
Antes de falar em otimização, é preciso que o sistema saiba onde está cada artigo. Isso significa identificar prateleiras e posições com etiquetas, associar cada movimento a uma localização e deixar de ter stock em quantidade total sem morada. É a partir daqui que deixa de haver a pergunta que mais tempo consome num armazém pequeno: onde é que isto está?
Código de barras no terminal, não no papel
A leitura confirma o artigo, a quantidade e a localização no momento em que a operação acontece. É o que elimina a maior fatia de erros de expedição, porque deixa de depender de memória ou de uma lista impressa que já está desatualizada. Também é o que dá histórico: cada movimento fica com data, utilizador e documento associado.
Regras de picking simples e consistentes
Num armazém pequeno não é preciso algoritmo complexo. É preciso que toda a gente recolha pela mesma ordem, que os artigos com mais rotação estejam perto do cais e que lotes e validades saiam pela regra certa. O sistema propõe a sequência e o operador segue-a, o que faz com que a produtividade deixe de depender de quem está ao serviço nesse dia.
Ligação à faturação e à loja online
O stock só está certo em dois sítios se for atualizado num sítio. Com o ERP e a loja ligados, a receção baixa a encomenda de compra, a expedição gera o documento e o stock disponível sobe e desce nos canais sem ninguém copiar valores. Numa PME é normalmente aqui que se recupera mais tempo administrativo por semana.
O custo de não ter um WMS
As folhas de cálculo não têm mensalidade, mas têm custo. Onde ele aparece, e o que muda quando o armazém passa a ser gerido no sistema.
| Área | Com folhas de cálculo e papel | Com um WMS |
|---|---|---|
| Fiabilidade do stock | Valor teórico que ninguém confirma entre inventários | Quantidade e localização atualizadas a cada movimento |
| Erros de expedição | Detetados pelo cliente, com custo de reenvio e crédito | Bloqueados na leitura, antes de a caixa fechar |
| Inventário | Paragem anual de um ou dois dias | Contagens cíclicas por zona, sem parar a operação |
| Dependência de pessoas | O armazém funciona porque há quem saiba tudo de cor | Processo guiado que qualquer pessoa consegue executar |
| Entrada de novos colaboradores | Semanas a acompanhar alguém mais experiente | Tarefas guiadas no terminal desde o primeiro turno |
| Stock parado | Só se descobre quando o produto expira ou desvaloriza | Rotação por artigo e alertas de validade e de sem movimento |
| Compras | Encomendar por instinto e por chamada do fornecedor | Sugestões de reposição com base em consumo e prazo de entrega |
| Auditoria e reclamações | Reconstruir o que aconteceu a partir de emails | Histórico por artigo, lote, utilizador e documento |
Implementação em 48 horas, na prática
Num armazém pequeno com dados de artigos organizados, o arranque acontece em dois dias. Não é um número de marketing, é a sequência real de trabalho.
Preparação
Defines a estrutura do armazém: zonas, corredores, prateleiras e posições. Esta é a fase que mais depende de ti, pois o sistema precisa do teu input para conhecer o espaço físico onde decorrem as tuas operações.
Configuração
Ligas as integrações que já tens (ERP de faturação, loja online, transportadora), os artigos, fornecedores e clientes são sincronizados. Nesta fase carregas também o stock inicial, normalmente com uma contagem por zona (ou importação de Excel).
Arranque
A equipa executa as primeiras operações reais com acompanhamento. Como o trabalho é guiado passo a passo no terminal, a formação faz-se a operar, e não em sala. No fim do primeiro dia já tens indicadores de movimentos e de erros para ajustar o que for preciso.
O que faz um arranque demorar mais do que isto não é o software, é a limpeza do catálogo de artigos e a decisão sobre as regras de expedição. Se ainda não tens códigos de barras nos artigos, conta com mais uns dias antes de começar.
Crescer a partir das folhas de cálculo
Quase todas as PME começam em Excel, e durante algum tempo isso funciona. O problema não é a folha, é o momento em que ela deixa de acompanhar. Estes são os sinais que costumam aparecer primeiro.
A transição não obriga a mudar tudo de uma vez. O caminho habitual é começar pelas localizações e pela leitura de código de barras, ganhar fiabilidade de stock, e só depois ligar a loja online e ativar contagens cíclicas.
Quando ainda é cedo para um WMS
Preferimos dizer isto antes de venderes tempo à tua equipa numa implementação que não vai compensar. Se o teu armazém tem menos de umas dezenas de referências, uma só pessoa a mexer no stock e poucas expedições por dia, uma folha de cálculo bem mantida e um bom módulo de stock no teu software de faturação resolvem o problema. Um WMS começa a compensar quando aparece mais do que uma destas condições:
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As áreas mais consultadas por quem está a avaliar o primeiro WMS.
Preços
Planos por utilizador, sem investimento inicial.
Gestão de Stock e Inventário
Localizações, lotes, validades e contagens cíclicas.
Picking
Rotas de recolha e leitura de código de barras.
Ticks AI
O assistente que responde a perguntas sobre a tua operação.
E-commerce
Ligar a loja online ao armazém sem overselling.
WMS
O que é um WMS e o que faz, em linguagem simples.
As nossas respostas às dúvidas sobre WMS para PME
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