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    Solução E-commerce

    LogisticsWMS para E-commerce

    Solução especializada para e-commerce, com gestão multi-canal, picking otimizado para encomendas pequenas, escalabilidade automática e integração nativa com marketplaces.

    Desafios do E-commerce

    O e-commerce apresenta desafios únicos de logística que requerem soluções especializadas.

    Picos de Procura

    Black Friday, promoções e sazonalidade criam variações extremas no volume de encomendas

    Entregas Rápidas

    Expectativas de entregas em 24h exigem operações logísticas ultra-eficientes

    Multi-canal

    Gestão simultânea de marketplace, loja online e ponto de venda físico

    Controlo de Stock

    Necessidade de visibilidade em tempo real para evitar ruturas e excesso de stock

    Soluções E-commerce

    Tecnologia avançada desenvolvida especificamente para as necessidades do comércio online.

    Gestão Multi-canal Integrada

    Sistema unificado que sincroniza automaticamente o stock entre todos os canais de venda, evitando overselling e garantindo informação consistente.

    Sincronização em tempo real
    Zero overselling
    Visibilidade total do stock
    Omnicanal

    Picking Otimizado para E-commerce

    Algoritmos inteligentes que otimizam as rotas de picking para encomendas pequenas e frequentes, típicas do e-commerce.

    70% menos tempo de picking
    Rotas otimizadas
    Priorização automática
    Rápido

    Escalabilidade Automática

    Sistema que se adapta automaticamente aos picos de procura, redistribuindo tarefas e otimizando recursos durante campanhas.

    Gestão automática de picos
    Planeamento preditivo
    Adaptação em tempo real
    Automático

    Integração Marketplace

    Conectores nativos com os principais marketplaces portugueses e internacionais, automatizando receção de encomendas e atualização de stocks.

    Integração com marketplaces
    Automatização total
    Atualização instantânea
    Integrado

    O que o fulfilment de e-commerce exige e um WMS genérico não faz

    Um armazém que expede paletes para retalho e um armazém que expede unidades para consumidores só têm em comum as estantes. É nestas quatro áreas que a diferença aparece.

    A economia do picking de encomendas de uma linha

    A maioria das encomendas de e-commerce tem uma ou duas linhas. O que determina o custo é a distância percorrida por encomenda, não a velocidade por linha. Isso obriga a picking por lotes e por cluster com posições no carro, slotting baseado na rotação recente e uma zona de alta rotação junto ao packing. Um WMS pensado para movimentos de palete manda o operador atravessar o armazém inteiro para ir buscar uma unidade.

    Elasticidade para picos de procura

    Novembro pode valer várias vezes uma semana normal, com o mesmo edifício e quase a mesma equipa. O sistema tem de deixar alterar o tamanho das ondas, separar picking e packing em funções distintas, criar utilizadores temporários em minutos com permissões restritas e manter uma fila que prioriza pela hora de recolha da transportadora e não pela data da encomenda.

    Devoluções como fluxo de primeira linha

    No retalho ao consumidor, uma parte relevante do que sai volta a entrar. As devoluções precisam do seu próprio fluxo de entrada: ligadas à encomenda original, inspecionadas com uma escala de classificação e depois repostas em stock, enviadas para reparação ou abatidas, com o resultado registado por unidade e não por caixa.

    Regras de escolha de transportadora por encomenda

    A transportadora mais barata depende do peso, do peso volumétrico, do país de destino, do tipo de ponto de entrega e da promessa de serviço. Essas regras pertencem ao WMS e são aplicadas no packing, quando já se conhece o peso real e a caixa, para que a etiqueta saia com o serviço certo sem o operador ter de decidir.

    WMS genérico vs WMS preparado para e-commerce

    A mesma tabela que usamos com operações 3PL, aplicada às perguntas que um responsável de operações de e-commerce faz mesmo numa demonstração.

    ÁreaWMS genéricoWMS preparado para e-commerce
    Perfil de encomendaPensado para paletes e caixas; o picking unitário é tratado como exceção.Encomendas de uma ou duas linhas são o normal: picking por lotes, posições no carro, posto de packing por encomenda.
    Gestão de picosFluxos fixos; o volume extra absorve-se com mais horas e mais pessoas.Tamanho de onda, regras de prioridade e utilizadores temporários configuráveis durante o pico, sem pedido ao fornecedor.
    DevoluçõesEntram como receção genérica, sem ligação à encomenda original.Fluxo próprio ligado à encomenda, com inspeção, classificação e decisão de reposição ou abate por unidade.
    Integração com transportadorasEtiquetas impressas no portal da transportadora e tracking copiado à mão.Etiqueta e tracking gerados no packing, com serviço escolhido por peso, destino e hora de corte.
    Sincronização com marketplacesStock exportado por ficheiro com horário fixo; risco de overselling entre exportações.Disponível para venda enviado a cada canal em cada movimento, já sem as quantidades reservadas.
    Regras de embalamentoA escolha da caixa fica ao critério do operador.Sugestão de caixa por dimensões e restrições (frágil, mercadoria perigosa, mensagem de oferta), impressa na lista de packing.
    Gestão de horas de corteHora de corte controlada num quadro branco.A hora de corte de cada transportadora comanda a fila de picking e as encomendas em risco são assinaladas antes de a carrinha chegar.

    Como se cumpre a expedição no próprio dia

    O dia de uma operação online divide-se em três momentos. Cada um tem indicadores próprios e falhas típicas diferentes.

    Antes do cut-off

    As ordens que entram durante a manhã são reservadas contra stock real e agrupadas em ondas. O agrupamento tem em conta a transportadora, a hora de recolha e o tipo de embalagem, para que a equipa de packing não esteja a trocar de material a cada caixa.

    Reserva de stock no momento em que a ordem entra
    Ondas por transportadora e hora de recolha
    Ordens sem stock separadas antes de irem para o chão

    Durante a recolha e embalamento

    O operador segue uma rota que percorre as localizações pela ordem mais curta e confirma cada artigo por código de barras. Em recolha multi-ordem, a separação por cliente é feita no posto de packing, com verificação final antes de fechar a caixa.

    Rotas de picking com confirmação por leitura
    Recolha multi-ordem com separação no packing
    Progresso da onda visível em tempo real

    Na entrega à transportadora

    A regra escolhe o serviço, a etiqueta sai no posto e o manifesto fecha por transportadora. O número de tracking segue para a loja e para o cliente final sem ninguém copiar códigos entre sistemas.

    Seleção automática de serviço por regras
    Etiquetas e manifesto emitidos no WMS
    Tracking devolvido à loja e ao cliente

    No fecho do dia ficas com três números que valem mais do que qualquer relatório mensal: ordens expedidas dentro do cut-off, linhas por hora e percentagem de ordens completas à primeira. São esses que dizem se podes prometer entrega no dia seguinte sem perder dinheiro.

    Gerir a época alta

    A Black Friday e os picos de campanha não partem um armazém aos poucos. Partem-no por uma ordem específica, e as correções já se conhecem à partida.

    1

    Dimensionar as ondas

    Ondas pequenas mantêm as bancadas de packing alimentadas e permitem repriorizar à medida que as horas de corte se aproximam; ondas grandes reduzem a distância por encomenda mas atrasam a primeira expedição e entopem a zona de consolidação. Em pico, o padrão habitual é ondas pequenas de manhã para as encomendas já comprometidas e ondas maiores à tarde para entrega standard.

    2

    Integrar operadores temporários

    Não se forma pessoal temporário em sala na semana anterior. Tarefas guiadas passo a passo no terminal, com confirmação por código de barras na localização e no artigo, permitem começar a fazer picking no primeiro turno com o sistema a travar os erros. Dá aos temporários um perfil restrito: picking e packing, sem ajustes de stock nem edição de encomendas.

    3

    O que parte primeiro quando o volume triplica

    Por esta ordem: as bancadas de packing e os consumíveis, depois a consolidação e a zona de expedição, depois a reposição na zona de alta rotação, depois a fila de devoluções, que ninguém olha até janeiro. A receção e a arrumação costumam ser as últimas. Vigia a produtividade por hora e a idade da encomenda mais antiga por preparar: são os dois indicadores que mostram o estrangulamento antes de o prazo de expedição o mostrar.

    Medir durante o pico não serve para o pico, serve para o plano do ano seguinte: que artigos deviam ter sido colocados noutro sítio, quantos operadores eram precisos por hora e que transportadora falhou a recolha.

    Processamento de devoluções

    Uma devolução é um processo de armazém com resultado financeiro. Mal tratada, a margem de três vendas paga uma devolução mal processada.

    Receção

    A devolução é identificada pela etiqueta de retorno, pelo número da encomenda ou pela referência do cliente e ligada à linha original, para saberes o que foi vendido, a que preço e com que promessa (reembolso, troca, garantia). O que chega sem correspondência vai para uma localização de quarentena, não para stock.

    Inspeção e classificação

    Cada unidade é inspecionada com uma escala fixa: vendável como nova, vendável após reembalamento, reparação ou abate. A classificação fica registada por unidade com o motivo, porque é o motivo que diz se o problema é o produto, a descrição do anúncio ou a embalagem.

    Reposição em stock

    As unidades de grau A voltam à localização de picking e ficam disponíveis para todos os canais no mesmo movimento. Reembalamento e reparação têm localizações e fila próprias, para não contarem como stock disponível enquanto esperam.

    Porque é que devoluções mal tratadas destroem margem

    Há dois erros que custam dinheiro real: unidades paradas num canto durante semanas, que não podem ser vendidas e vão perdendo valor, e unidades devolvidas à prateleira sem inspeção, que são vendidas outra vez e voltam outra vez com novo custo de transporte. Ambos desaparecem quando a devolução é um fluxo com classificação e localização, em vez de uma pilha.

    Os motivos de devolução acumulam-se. Ao fim de uma época consegues ver que artigos voltam por tamanho, quais por dano no transporte e quais porque a foto não corresponde ao produto: três problemas diferentes com três responsáveis diferentes.

    Perguntas Frequentes

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